Olha só o que é a modernidade... acho que se eu tivesse um só computador e um pendrive, talvez não ficasse neurótica assim. Mas aqui tem o computador da sala, dois notes, uns 3 pendrives, o iPod, o HD externo, o google docs, Facebook, Orkut, Picasaweb, Picasa... é coisa que não acaba mais... e minhas músicas, fotos, documentos, planilhas ficam todas espalhadas por aí, e quando quero encontrar algo, eu já nem sei mais onde salvei....
Minha ideia é de centralizar tudo num HD externo que o Vitor me emprestou. Ele também me deu a ideia de deixar os arquivos, que antes deixaria no Word e no Excel, no Google Docs, assim, teria acesso aos mesmos de qualquer lugar (que estivesse conectado na net). Achei uma boa sugestão, porque, por exemplo, o diário alimentar que tenho que apresentar para a nutricionista está salvo em vários lugares, ou seja, perdido por aí...
No caso do diário, eu também tento anotar tudo num caderninho, porque não é sempre que estou com acesso ao note e ainda sim, eu sempre esqueço do que eu andei comendo, hehehe...
Eu me considero uma pessoa organizada, ou que pelo menos que gosta de organização, mas tenho pirado com essa ideia de guardar tudo num lugar só, porque gasto tanto tempo querendo deixar tudo organizado, que acho que poderia estar gastando esse tempo com coisas mais úteis, fora que também dá preguicinha de ficar sincronizando esse monte de coisa... agora imagina se esses arquivos se tornassem arquivos físicos, concretos, como antes a gente tinha os CDs, fitas, papéis, fotos... nossa, aí que eu não ia mesmo ter espaço para guardar tudo isso!!!
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Nova academia
Comecei a fazer academia em 2002, quando estava no cursinho me preparando para o vestibular. Acho que foi uma das melhores escolhas que fiz na minha vida!!! Eu sei que desconto minhas ansiedades na comida, mas também desconto minhas ansiedades lá. Na época, frequentava a Projeto, uma academia de bairro, era legal porque conhecia todo mundo e todo mundo me conhecia. Depois eles se mudaram para um outro bairro, um lugar maior e continuei frequentando a Projeto até 2006 ou 2007. Foi lá também que peguei gosto pela corrida e incentivei várias pessoas a correrem.
Em 2008 acabei me matriculando na Bio Ritmo Continental, uma academia bem maior, mas acabei indo para lá porque era perto do meu estágio e perto da USP. Fiquei nesta unidade por 3 anos, mas não frequentava a academia com a mesma assiduidade que frequentava a Projeto, porque tinha outras prioridades, estava trabalhando e namorando.
O Vitor matriculou-se lá e desde então não parou mais também. Gostamos de coisas bem diferentes lá. Como a maioria dos homens, ele gosta de puxar ferro, eu já prefiro perder as calorias, então acabo fazendo mais aeróbio, mas ambos gostamos de correr (ele me deixa pra trás, sempre!!!)
Infelizmente a academia era grande demais, no sentido que, a atenção dada mim e ao Vitor era pouca se comparado ao valor pago, então decidi sair desta unidade e ir para outra, a Paulista pelo plano Platinun. Fiquei lá por um ano e mudei novamente de unidade, agora o Morumbi, em função, principalmente, do valor e também porque é bem perto de casa. Enfim, continuo na Bio Ritmo, mas em outra unidade, com outro plano. Estou gostando bastante, sinto falta de um ou outro professor (o Pump da Aline, o RPM da Pri Dantas, as aulas da Shalana), mas também conheci outros professores muito legais. Até agora, não tenho do que reclamar, muito pelo contrário, sou só elogios para esta unidade, quase posso dizer que nem parecem que são da mesma rede!!!
Esta é uma das novidades que tenho para contar depois do meu período de hibernação aqui do blog!!!
Em 2008 acabei me matriculando na Bio Ritmo Continental, uma academia bem maior, mas acabei indo para lá porque era perto do meu estágio e perto da USP. Fiquei nesta unidade por 3 anos, mas não frequentava a academia com a mesma assiduidade que frequentava a Projeto, porque tinha outras prioridades, estava trabalhando e namorando.
O Vitor matriculou-se lá e desde então não parou mais também. Gostamos de coisas bem diferentes lá. Como a maioria dos homens, ele gosta de puxar ferro, eu já prefiro perder as calorias, então acabo fazendo mais aeróbio, mas ambos gostamos de correr (ele me deixa pra trás, sempre!!!)
Infelizmente a academia era grande demais, no sentido que, a atenção dada mim e ao Vitor era pouca se comparado ao valor pago, então decidi sair desta unidade e ir para outra, a Paulista pelo plano Platinun. Fiquei lá por um ano e mudei novamente de unidade, agora o Morumbi, em função, principalmente, do valor e também porque é bem perto de casa. Enfim, continuo na Bio Ritmo, mas em outra unidade, com outro plano. Estou gostando bastante, sinto falta de um ou outro professor (o Pump da Aline, o RPM da Pri Dantas, as aulas da Shalana), mas também conheci outros professores muito legais. Até agora, não tenho do que reclamar, muito pelo contrário, sou só elogios para esta unidade, quase posso dizer que nem parecem que são da mesma rede!!!
Esta é uma das novidades que tenho para contar depois do meu período de hibernação aqui do blog!!!
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Voltando...
Nossa, como as pessoas conseguem fazer tantas coisas ao mesmo tempo??? Só consigo escrever quando não estou trabalhando, de outro modo, acabo sempre parando e dando espaço de um ano!!!
Bom, no momento não estou trabalhando, por isso, conseguirei escrever, se é que alguém ainda lê... ok, serve de espaço para reflexão!!!
Aproveito para fazer algumas alterações de layout.
Bom, no momento não estou trabalhando, por isso, conseguirei escrever, se é que alguém ainda lê... ok, serve de espaço para reflexão!!!
Aproveito para fazer algumas alterações de layout.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Olá! Faz tempo, hein...
Nossa, faz muito tempo que não escrevo, tanta coisa aconteceu desde então... não escrevi por falta de tempo, por falta de assunto e, às vezes, por falta de vontade mesmo.
Não vou contar tudo que se sucedeu desde a última vez que escrevi, mas hoje eu fiquei com vontade de escrever. Hoje estava lendo a Runner's, obviamente uma revista de corrida... não sei porque continuo comprando essa revista e assinando a O2 se faz muito tempo que não corro, talvez pra não perder o costume ou achando que vou voltar a correr... mas isso também tem a ver com o assunto que me deu vontade de ressuscitar o blog.
Nas duas revistas há muitas matérias que gosto de ler e que não se aplicam somente a corrida. Além dessas duas, gosto bastante da W Run (outra de corrida!!!) e da Women's Health.
Voltando ao assunto que me motivou a escrever é sobre o sono. Havia uma matéria falando sobre pessoas que acordam muito cedo para treinar. Fiquei pensando nisso. A revista fala que precisamos de 7 a 8 horas de sono, mas eu acho que eu preciso de 8 a 9 horas pra ter um bom descanso (percepção minha ao longo do dia). Sei que isso varia de pessoa para pessoa, mas quando durmo menos que isso, o sono vai se acumulando ao longo da semana e eu fico sonolenta durante o dia.
Eu acho que sou uma pessoa noturna, ou seja, funciono melhor da tarde pra noite, às vezes, fico o dia todo sonolenta e chega no final do dia, desperto. É ruim porque o dia não rende, já que fico me arrastando pra fazer as coisas... O pior horário é depois do almoço, quando me dá um sono desgraçado e se eu durmo, é pior ainda, porque é aí que o sono não vem mesmo à noite...
Já me disseram que dá pra se acostumar com isso, mas eu não sei não... desde que eu me conheço por gente, não consigo ter as 9h de sono todos os dias, e sempre senti sono durante o dia, mas o mundo funciona a partir das 8 ou 9 horas, quando não mais cedo. Ou seja, comecei a ir na escolinha com uns 3 anos e era de manhã... não lembro se nessa época eu dormia a tarde, bom, mas nessa época, eu tinha que ir pra cama cedo, já que minha mãe não deixava a gente ficar acordado até tarde, depois era escolinha japonesa e colégio, ou natação e colégio e acho que eu já sentia sono no colégio, depois só colégio de manhã e aí eu capotava a tarde, depois o cursinho, e eu capotava à tarde, ou passava muito sono à tarde, ou capotava em algumas aulas de manhã mesmo, depois faculdade, e eu capotava na aula... ou seja, o sono sempre me acompanhou...
Eu tenho inveja das pessoas que precisam de poucas horas de sono pra descansar, queria dormir umas 5 horas e já tava bom e eu não sentiria sono ao longo do dia, porque é bem ruim, por exemplo, agora já é quase duas horas da manhã, o mundo dorme e eu aqui acordada e quando estão todos acordados, eu tô me arrastando e mal humorada de sono...
Se eu dormisse 5 horas por noite, eu poderia acordar bem cedo (tipo, umas 5h da manhã) e correr, depois teria o dia todo pela frente, e sem sono!!! Faria um monte de coisas e iria dormir lá pelas 23h ou 24h, dormiria de 5 a 6h por noite sem sentir sono durante o dia!!!
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Campos do Jordão - Parte III
Terceiro e último dia, como passou rápido!!! Acordamos e fomos tomar café. Descobrimos que ficaríamos na pousada até o meio-dia, quando vencia a diária. Ficamos um pouco decepcionados, pois no e-mail que eles haviam encaminhado, ficaríamos até as 15h. Acho que se tivéssemos chorado um pouco, até conseguiríamos, mas saímos por volta das 11h30. Fomos pra cidade e deixamos o carro no estacionamento, andamos uma últma vez por Capivari, fiz compras pro pessoal de casa, comprei uma blusa pra mim e o Vitor comprou outra pra ele.
Fomos ao Baden-Baden e o Vitor escolheu joelho de porco pra gente comer. Torci o nariz, porque nunca tinha comido e também não era algo que me apetecesse, mas então, o joelho chegou rodeado de diversos tipos de salsichas, repolho e batatas. O garçom cortou o joelho e nos serviu, junto com as salsichas e as batatas. Estava muito gostoso, devo admitir!!! Cada um escolheu uma cerveja que não aguentou tomar até o final.
Passeamos mais um pouquinho, tomamos um café e comemos morango e banana com coberura de chocolate. Tudo gostoso!!! Mas tivemos que vir embora... =( Saímos umas 15h e chegamos em São Paulo umas 17h30, pegamos bastante chuva.
E aí acabaram minhas férias, segundona e eu de novo no trabalho... Da próxima vez vou tirar 15 e 15 dias.
Fomos ao Baden-Baden e o Vitor escolheu joelho de porco pra gente comer. Torci o nariz, porque nunca tinha comido e também não era algo que me apetecesse, mas então, o joelho chegou rodeado de diversos tipos de salsichas, repolho e batatas. O garçom cortou o joelho e nos serviu, junto com as salsichas e as batatas. Estava muito gostoso, devo admitir!!! Cada um escolheu uma cerveja que não aguentou tomar até o final.
Passeamos mais um pouquinho, tomamos um café e comemos morango e banana com coberura de chocolate. Tudo gostoso!!! Mas tivemos que vir embora... =( Saímos umas 15h e chegamos em São Paulo umas 17h30, pegamos bastante chuva.
E aí acabaram minhas férias, segundona e eu de novo no trabalho... Da próxima vez vou tirar 15 e 15 dias.
Campos do Jordão - Parte II
Chegamos na cidade, pegamos o carro e fomos direto para o Bosque do Silêncio. Ainda não estávamos com tanta fome pelo farto café da manhã. Era por volta das 14h30 e haveria uma turma às 15h. Ficamos esperando. A turma ia fazer metade do percurso, nós pagamos pelo percurso inteiro. Andamos por uns 15 minutos numa trilha, subida, subida e mais subida. Chegando no topo, já começava com uma tirolesa!!! Depois, só andando pelas copas das árvores, estava MUITO alto. Uma vez fiz arborismo com o pessoal da academia, fomos para Socorro e eu me lembro que não estávamos tão alto. Dessa vez deu medo, mesmo sabendo que estávamos bem presos por diversos cabos de aço, dava muito medo de perder o equilíbrio e cair.
Nunca gostamos tanto de uma árvore, só se via o grupo bem abraçado (agarrado mesmo) às árvores. Disseram que não precisava fazer força nos braços, mas a gente acaba fazendo muita força pra segurar nas cordas, além da força nas pernas pra manter o equilíbrio.
A primeira parte foi mais lenta, estávamos em umas 9 pessoas e cada estação comportava um pequenos número de pessoas. Eram quatro monitores e dois acompanhavam a gente os outros dois iam na frente preparando as estações, mas eles iam se revezando. Eram mais estações, mas mais curtas.
A segunda parte foi muito mais rápida e cansativa, já que não tíhamos que ficar esperando todo mundo ir na nossa frente e por isso, não tinha aquele descansinho também. Aqui eram menos estações, mas mais longas, mas passou super rápido! O final foi uma super tirolesa, muito gostoso, dava vontade de descer de novo, hehehehe!!!
Depois do arborismo, um merecido fondue!!! Fomos para o hotel, eu capoitei, acordamos, tomamos banho e saímos! Barito, fondue de queijo, carne e frango, que eu achei pouco e chocolate com churros e frutas (esse último pedimos, aliás, choramos pro garçom)!!! Tudo acompanhado de um vinho delicioso!!!
Andamos pela cidade e voltamos pra pousada. Ficamos ouvindo e cantando todas as músicas dos Mamonas Assassinas, morremos de rir até que pegamos no sono.
Nunca gostamos tanto de uma árvore, só se via o grupo bem abraçado (agarrado mesmo) às árvores. Disseram que não precisava fazer força nos braços, mas a gente acaba fazendo muita força pra segurar nas cordas, além da força nas pernas pra manter o equilíbrio.
A primeira parte foi mais lenta, estávamos em umas 9 pessoas e cada estação comportava um pequenos número de pessoas. Eram quatro monitores e dois acompanhavam a gente os outros dois iam na frente preparando as estações, mas eles iam se revezando. Eram mais estações, mas mais curtas.
A segunda parte foi muito mais rápida e cansativa, já que não tíhamos que ficar esperando todo mundo ir na nossa frente e por isso, não tinha aquele descansinho também. Aqui eram menos estações, mas mais longas, mas passou super rápido! O final foi uma super tirolesa, muito gostoso, dava vontade de descer de novo, hehehehe!!!
Depois do arborismo, um merecido fondue!!! Fomos para o hotel, eu capoitei, acordamos, tomamos banho e saímos! Barito, fondue de queijo, carne e frango, que eu achei pouco e chocolate com churros e frutas (esse último pedimos, aliás, choramos pro garçom)!!! Tudo acompanhado de um vinho delicioso!!!
Andamos pela cidade e voltamos pra pousada. Ficamos ouvindo e cantando todas as músicas dos Mamonas Assassinas, morremos de rir até que pegamos no sono.
domingo, 12 de junho de 2011
Férias em Campos do Jordão - Parte I
Nos meus últimos dias de férias, o Vitor e eu viajamos para Campos do Jordão, um lugar que nunca tinha ido mas que estava morrendo de vontade de conhecer. O Vitor havia ido lá uma vez com os amigos dele e ficaram, não sei se na casa de alguém ou em uma colônia, enfim, não conhecíamos nenhum hotel por lá. Durante a semana fizemos cotações de hotéis e pousadas e fomos vendo se ficava perto de Capivari. Acabamos optando por uma pousada, que não era a mais barata, mas ficava relativamente perto do centrinho e parecia muito aconchegante pelo site.
Saímos na sexta por volta do meio-dia e chegamos umas 15h lá. A estrada era bonita e estava bastante tranquila, só ficamos tristes de não ter encontrado nenhum Graal no meio do caminho.
Deixamos as malas e nossas coisas na pousada e fomos a pé até o centrinho, dava mais ou menos uns 10 ou 15 minutos de caminhada. Não estava frio, o tempo estava bem agradável. Fomos ao Baden Baden e pedimos uma porção de filé mignon aperitivo, fritas e a famosa cerveja. Ficamos olhando a revista (roteiro de Campos) que ganhamos na pousada e o folheto que ganhamos na entrada da cidade.
Demos uma volta pela cidade, tomei um chocolate quente deliciosamente cremoso e voltamos para o hotel. Dormimos e à noite fomos de carro para o centrinho jantar. Escolhemos um restaurante italiano, comi espagueti a bolonhesa e o Vitor escolheu carne de javali. Descobrimos algo ruim em Campos, há lugares que só aceitam determinados cartões, por exemplo, esse restaurante não aceitava Visa e só fomos descobrir depois que havíamos pedido os pratos. Conversamos com o garçom que, não sei como, acabou passando nosso cartão mesmo assim.
Demos mais uma volta pela cidade que estava bem cheia, até encontrei uma ex-estagiária minha lá! E fomos a um barzinho chamado Gato Gordo. O lugar estava às moscas, apenas um outro casal, pudera, o gato era gordo porque os preços eram bem salgados, uma água lá custava R$6,00!!! Escolhemos umas bebidas, eu uma batida e o Vitor um wisky (argh!!!) e na hora de pagar a conta, descobrimos que lá só aceitava Amex... =/ . Super não recomendo este lugar, além da caro, ainda tive que pagar em dinheiro.
Voltamos pro Hotel e capotamos. No dia seguinte tomamos café da manhã, não era um café colonial, mas tinha bastante coisa: sucos de mangá, uva, laranja, iogurte, leite quente, leite frio, café, achocolatado, pão de forma, pão francês, pão doce, pão de côco, broa de milho, rocambole, bolo de laranja, queijo, presunto, geléia, mel, manteiga, sucrilhos, granola, pão de queijo, croissant... dá pra ver que tinha muita coisa e ficamos bem abastecidos de manhã!
De lá fomos a pé até o teleférico, que ficava pertinho, subimos o Morro do Elefante, deu um medinho já que não gosto muito de altura. A vista lá em cima é linha demais, tiramos fotinhos, andamos pela pequena feirinha, comprei um cachecol e um colar. Na descida ainda comprei os chaveirinhos da gente no teleférico. Pra variar, o Vitor tava super bem na foto, agora eu... mal dá pra me ver, porque eu estava segurando minha blusa e minha bolsa que são enormes!!!
Depois do teleférico fomos fazer um city tour pela cidade no trenzinho. Fomos até o alto de Capivari e paramos numa cachoeira. Lá tinha um mini mini arborismo, acho que duas ou três estações só. Disseram que se andássemos mais um pouco, veríamos o local onde realmente se faz arborismo, o Bosque do Silêncio. Na volta passamos em frente ao lugar e nossos olhinhos brilharam!!!
Saímos na sexta por volta do meio-dia e chegamos umas 15h lá. A estrada era bonita e estava bastante tranquila, só ficamos tristes de não ter encontrado nenhum Graal no meio do caminho.
Deixamos as malas e nossas coisas na pousada e fomos a pé até o centrinho, dava mais ou menos uns 10 ou 15 minutos de caminhada. Não estava frio, o tempo estava bem agradável. Fomos ao Baden Baden e pedimos uma porção de filé mignon aperitivo, fritas e a famosa cerveja. Ficamos olhando a revista (roteiro de Campos) que ganhamos na pousada e o folheto que ganhamos na entrada da cidade.
Demos uma volta pela cidade, tomei um chocolate quente deliciosamente cremoso e voltamos para o hotel. Dormimos e à noite fomos de carro para o centrinho jantar. Escolhemos um restaurante italiano, comi espagueti a bolonhesa e o Vitor escolheu carne de javali. Descobrimos algo ruim em Campos, há lugares que só aceitam determinados cartões, por exemplo, esse restaurante não aceitava Visa e só fomos descobrir depois que havíamos pedido os pratos. Conversamos com o garçom que, não sei como, acabou passando nosso cartão mesmo assim.
Demos mais uma volta pela cidade que estava bem cheia, até encontrei uma ex-estagiária minha lá! E fomos a um barzinho chamado Gato Gordo. O lugar estava às moscas, apenas um outro casal, pudera, o gato era gordo porque os preços eram bem salgados, uma água lá custava R$6,00!!! Escolhemos umas bebidas, eu uma batida e o Vitor um wisky (argh!!!) e na hora de pagar a conta, descobrimos que lá só aceitava Amex... =/ . Super não recomendo este lugar, além da caro, ainda tive que pagar em dinheiro.
Voltamos pro Hotel e capotamos. No dia seguinte tomamos café da manhã, não era um café colonial, mas tinha bastante coisa: sucos de mangá, uva, laranja, iogurte, leite quente, leite frio, café, achocolatado, pão de forma, pão francês, pão doce, pão de côco, broa de milho, rocambole, bolo de laranja, queijo, presunto, geléia, mel, manteiga, sucrilhos, granola, pão de queijo, croissant... dá pra ver que tinha muita coisa e ficamos bem abastecidos de manhã!
De lá fomos a pé até o teleférico, que ficava pertinho, subimos o Morro do Elefante, deu um medinho já que não gosto muito de altura. A vista lá em cima é linha demais, tiramos fotinhos, andamos pela pequena feirinha, comprei um cachecol e um colar. Na descida ainda comprei os chaveirinhos da gente no teleférico. Pra variar, o Vitor tava super bem na foto, agora eu... mal dá pra me ver, porque eu estava segurando minha blusa e minha bolsa que são enormes!!!
Depois do teleférico fomos fazer um city tour pela cidade no trenzinho. Fomos até o alto de Capivari e paramos numa cachoeira. Lá tinha um mini mini arborismo, acho que duas ou três estações só. Disseram que se andássemos mais um pouco, veríamos o local onde realmente se faz arborismo, o Bosque do Silêncio. Na volta passamos em frente ao lugar e nossos olhinhos brilharam!!!
Assinar:
Postagens (Atom)